Como a nota funciona

Toda empresa recebe uma nota de A a F com base em cinco verificações de crescimento e geração de caixa, e cada verificação aparece na página dela com os números usados na avaliação. Esta página é o método completo.

As cinco verificações

Cada verificação é aprovada ou reprovada com números dos próprios documentos da empresa. Um número que não conseguimos encontrar deixa a verificação sem resposta, nunca reprovada.

  1. 1

    Receita crescendo no conjunto

    A receita dos últimos doze meses é maior que a dos mesmos doze meses três anos antes. A comparação é equivalente, então a resposta não depende de onde o ano fiscal termina.

  2. 2

    Receita crescendo recentemente

    A receita dos últimos doze meses é maior que a do ano fiscal completo mais recente antes deles.

  3. 3

    Fluxo de caixa livre positivo

    O negócio gerou caixa nos últimos doze meses depois de pagar seu investimento em ativo fixo.

  4. 4

    Fluxo de caixa livre crescendo no conjunto

    O fluxo de caixa livre dos últimos doze meses é maior que o dos mesmos doze meses três anos antes.

  5. 5

    Fluxo de caixa livre crescendo recentemente

    O fluxo de caixa livre dos últimos doze meses é maior que o do ano fiscal completo mais recente antes deles.

Das verificações à letra

A letra vem de cinco verificações sobre crescimento e geração de caixa, e conta o que falhou em vez de pontuar uma proporção. Uma empresa que divulga só quatro das cinco é avaliada na mesma escala que outra que divulga as cinco.

Credores — bancos, seguradoras — não divulgam receita nem investimento em ativo fixo que dê para julgar, então são avaliados por cinco verificações diferentes: lucratividade, crescimento do lucro, retorno sobre ativos e valor patrimonial por ação. O painel diz qual conjunto foi usado.

  • A
    A — Todas as verificações passaram.
  • B
    B — Uma verificação falhou.
  • C
    C — Duas verificações falharam.
  • D
    D — Três verificações falharam.
  • F
    F — Quatro ou mais falharam.
+ e −
Um segundo grupo separado de seis verificações sobre a qualidade do negócio — margens, retornos, alavancagem. Um mais quando pelo menos 80% delas passam, um menos quando passam menos de 30%, e nada no meio; pelo menos 4 das seis precisam poder ser respondidas antes de publicar qualquer um dos dois. Nunca muda a letra, só a qualifica: um A− é nota máxima em crescimento sobre um negócio de fundo fraco.
Sem nota
Menos de 4 das cinco verificações puderam ser respondidas com os documentos, o que é pouco demais para colocar uma empresa na escala. Bancos e fundos imobiliários caem aqui com mais frequência: não divulgam um investimento em ativo fixo comparável, então o fluxo de caixa livre sobre o qual a nota é construída não pode ser apurado. Não é o mesmo que um F — isso é uma empresa que conseguimos medir e que foi mal.

A letra descreve as contas divulgadas. Não é recomendação, e nada diz sobre a cotação ser razoável.

Como sei que o histórico de notas não é um backtest favorável?

Cada trimestre é reconstruído usando apenas os documentos que eram públicos naquela data, com o atraso de divulgação incluído. As empresas reapresentam suas contas, então avaliar o passado com os números republicados de hoje daria à nota uma informação que ninguém tinha na época. Essa é a diferença entre um histórico e um discurso de venda.

De onde vêm os números?

Direto dos documentos que cada empresa entrega à SEC, pelos dados XBRL. Nada é estimado, nenhuma projeção de analista é usada e nenhum número é licenciado de um fornecedor de dados. As cotações vêm de um provedor de dados de mercado, ajustadas por desdobramentos e dividendos.

A nota diz se devo comprar?

Não, e não foi feita para isso. Ela descreve se um negócio cresce e gera caixa, o que nada diz sobre a cotação ser razoável — Apple e Palantir já tiraram A negociando a múltiplos completamente diferentes. O preço é mostrado à parte e nunca pontuado.